O presidente Jair Bolsonaro se posiciona, mais uma vez, diante da imprensa nacional e até mesmo sob os holofotes internacionais, contra às medidas de isolamento social, adotadas no combate da propagação do novo coronavírus. E afirma que não dá mais para a economia continuar fechada.
O que não dá mais é o povo brasileiro ter que continuar convivendo com uma excrecência humana como o ‘ilustre’ presidente. A crise na economia apontada por ele não tem como única origem e o mal maior a pandemia, muito antes de ela chegar até nós, a incapacidade desse governo já tinha providenciado a derrocada da mesma.
Não é sacrificando vidas valiosas, sim por que a dele não aparenta ter valor algum para grande parte da população brasileira, exceto para um reduzido grupo de estúpidos que faz coro com os seus atos insanos, chamando-o de mito.
A sua cantilena já está por demais conhecida, o seu lero-lero já não motiva e arrebanha as hordas de imbecis que se deixaram atrair pelo canto da sereia. Respondendo a sua indagação de até quando o isolamento vai durar?
A bem da verdade, a pergunta foi mal formulada, provavelmente estava ele, a se referir a pandemia. Mais o correto seria indagar até quando o indigitado e incompetente governo e sua turma de milicianos, irão durar à frente do governo. Ele, como é do conhecimento geral continua representando o mal maior e mais letal, para todo o infelicitado povo brasileiro.
Quanto as suas queixas e desconforto demonstrado em relação as medidas adotadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que deu aos governadores o poder de decidir sobre medidas de isolamento social. Se assim não fosse o problema da mortalidade causado diretamente pelo covid-19, estaria em um patamar mais elevado.
Tudo isso estaria acontecendo sob os acordes desafinados conduzidos pela batuta do insensível presidente regente, dessa orquestra macabra.
Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)




