Com demandas crescentes e, ainda, a incompetência administrativa na gestão dos serviços públicos, o prefeito de Feira de Santana assumiu o desejo inatingível de desqualificar o governo do Estado, tecendo críticas infundadas ao governador Rui Costa, que detém os maiores índices de aprovação dos baianos nos seus dois mandatos.
Sabemos que a maioria dos políticos incompetentes tentam eclipsar sua incúria, desviando a atenção dos eleitores com críticas e imputando sua incompetência a outros agentes políticos.
No entanto esquece que no cenário político ele é o executivo mais próximo da população. Fica evidenciado uma observação mais apurada da gestão, tornando-se mais efetivo os resultados e as cobranças de promessas, que deveriam ter sido executadas, principalmente quando se refere a melhoria da qualidade de vida da população.
Não precisamos entrar em detalhes para descrever as imperfeições das obras executadas no centro da cidade. Todos já identificaram e denunciaram.
O BRT continua sendo uma piada, um sumidouro do dinheiro público. Será que a minguada inteligência do gestor vislumbra que o feirense é desacautelado a ponto de não identificar que está sendo enganado.
Recentemente denunciou o envio reduzido de vacinas pelo governo do Estado, para Feira de Santana, mas não soube cobrar do seu presidente, Bolsonaro, a redução do imunizante enviadas ao Estado da Bahia.
O ministro da Saúde confirmou a redução na distribuição de doses para o Estado da Bahia. O governo bolsonarista não levou em conta cálculos demográficos, reconhecimento do erro veio após denúncia do deputado Jorge Solla.
A situação atual do Hospital de Campanha é desesperadora. Colbert se torna mais adepto das Fake News tentando desviar as atenções do eminente desastre na gestão dessa Unidade Hospitalar.
Segundo informações recebidas, além de comentários nos corredores do hospital. A empresa gestora desta unidade para tratar pacientes portadores do vírus da pandemia, desde que assumiu a direção, no mês de maio, para ser mais preciso no dia 14, não recebeu nenhum pagamento da Prefeitura.
Conforme regula o contrato, segundo a gestora, a Prefeitura deveria ter pago a primeira parcela 10 dias após assinatura, ou seja, no dia 24 de maio.
O Hospital de Campanha, segunda a gestora, não tem condições de efetuar o pagamento dos servidores, do corpo médico e dos fornecedores.
A situação é tão grave que os fornecedores já ameaçaram suspender a prestação de serviços, o que obrigaria uma medida drástica, fechamento da unidade
A mais importante e destemida atuação de Colbert Filho é ser um fiel seguidor de Bolsonaro, replicando o seu discurso em suas ações, privilegiando os afortunados, encarando a pandemia pela imunização de rebanho, ignorando o distanciamento como uma das principais condições de evitar o contágio em massa e privilegiando os interesses empresariais.
Teve uma bruta mudança quando o governo de Jair Bolsonaro deu uma guinada, recente, em defesa da campanha de vacinação.
Colbert tem uma atuação pífia na realização de testes de Covid-19, provocando desconfiança nas estatísticas apresentadas, o mesmo acontece com a divulgação dos óbitos provocados pela Covid logo no início da pandemia, quando os casos começaram a serem identificados em Feira de Santana.
Sabe-se, através dos boletins divulgados pela secretaria de Saúde, que uma morte ocorrida no ano passado, só agora foi estatisticamente computada.
Infelizmente para Feira de Santana, o prefeito Colbert Filho, tem procurado imitar a postura de enfrentamento da pandemia, adotado seu “mito”, de constantes pronunciamentos agressivos, em que reivindica ser o defensor e restaurador da ordem perdida.
Como ele, sua produção executiva é desdenhável, sobrevive ainda por causa do seu mentor, o ex-prefeito José Ronaldo. Pelo qual jamais poderá desassociar-se, por ser ele responsável direto dos votos que o elegeu prefeito de Feira de Santana.
Carlos Lima




