A luz é presente em quem zela a vida, pois nela está o conhecimento, via que não despreza tropeços por dar tento a reflexão e a coerência, uma vez que, o uso da razão, aliada à vontade, aduba a imaginação a fim de não sermos escravos de mentes alheias, porque a sensatez nos aconselha valorizarmos a descrença.
O olho direito de Orus é a transparência, enquanto o esquerdo, mergulhado nas trevas dos maus juízos confunde os sentidos. O oco de discernimento aventurou-se em peripécias destrambelhadas que lhe apontam a porta dos fundos.
No princípio, o Altíssimo frente ao deus Caos, disse: “Haja luz”. Saberes lhes foi acrescido, pós-graduou-se em luz para, de mãos dadas com o sol, colorir a natureza e, como a costela é de um desenho insosso, (Gênesis 2:21).
Ele divagou seu designer às formas das dunas do Saara onde tudo começou. Para o temperamento, inspirou-se nos movimentos dos furacões que iniciam tranqüilos e sem que sem pra quê, modificam o que encontram.
Mas, a fim de entendermos as dificuldades do amar pensou nas Pororocas: o mar invadindo a “Foz” do Rio Araguari; violentos embates dão graça ao namoro, ondas chegam mais de trinta metros para, enfim, o amor se completar e o homem e a mulher se confundirem em cor e sabor e existirem como um só ser.
Porque o Altíssimo, assim como nós, carece de ajuda (Gênesis 1:26). Mesmo assim, algo deu errado (Gênesis 5:6) e, embora para si exija adoração, (êxodo 20:3), curvou-se diante da luz (Gênesis 1:4), por ser ela conhecimento extraído de saberes que nos diviniza.
Mas, catacumbas precisam esconder fuxicos por cem anos. Porém, dizem, estar emergindo para dar vergonha e desprezo eterno (Daniel 12:-2).
Mas, nosso lado obscuro é astuto. Por visar o sobreviver, pode mudar nosso entender de realidade nos levando à luz, a fim de intuirmos que a sabedoria está na simplicidade e, só através da razão, maneiramos o emocional para mergulharmos no nosso submundo e unirmos os Eus, quando soluções encontraremos para o autoconhecimento.
Jessé da Costa Primo∴ Membro da Loja Maçônica Luz e Fraternidade 14.




