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DESFAZENDO ADVERSIDADES

Desfazendo adversidades

Há muito mais para avistar o que nos rodeia porque nosso bem-estar nos indica vias nem sempre favoráveis. Mas ao discordar de fronteiras em sentimentos, José Moreira, de longínquo trajeto, trouxe Fernando Marins, ligeiramente receoso porque a Casa inda é Nova e, achando o Marins que sua presença não bastava, (que não é o nosso pensar), nos presenteou com frutos vindos da harmonia das suas mãos com a terra.

E intrépidos Irmãos sob a égide de Josemir Chaves Costa falaram a Paulo Afonso que não se avexasse, só iriam rever seus pares, pois o que está em jogo é a vida do ser que constitui a humanidade e ter em conta, não só, apenas, aprendermos com os mais próximos Satamarenses capitaneados por Anselmo Barreto ou os Amelianos Rodriguenses guiados por Edwilson dos Anjos por ser o recôncavo, recanto da musicalidade. Concluiu Washington Trigueiro, nos trazendo de Salvador, as bênçãos de Nossa Senhora da Conceição da Praia.

É nesse momento que a maturidade exige a união do pensar para melhora do nosso destino, porque muitos dos nossos conhecimentos têm origem na tragédia. Mas o tempo é escasso para tolerarmos o Ambíguo, néscio que chora por seu próprio vazio. Contudo, o ano que se vai, não quer que esqueçamos a obrigação de burilarmos a danada da pedra.

Foi assim que meditamos, degustando as maravilhosas iguarias vindas das prendadas mãos da nossa Cunhada que, ainda, tem o dom de incentivar o Inspetor Litúrgico para que se mantenha este ser inovador desassombrado.

Reservou as ervas que inebriam o paladar por saber que não pode haver luta entre o próximo e sua cultura, pois o valor do aprendizado está na união e nos sabores.

Porque é, também, pelas mãos que nos identificamos; enfatizamos as falas; erguidas, dão basta à intolerância e, apertando outras, perdoam. Mas é no deleite que as usamos para acariciar e acalmar a amada de erros que cometemos, embora sem a certeza que realmente tenhamos praticado.

Porém, ainda convivemos com o drama e só aprendemos com diálogo cuidadoso a fim de caminharmos num mundo tão perecível. Desse modo, façamos com que o Ilustre Criador entenda que não pecamos por birra. Ele é que não nos entregou o manual do viver.

Todavia, não foi irresponsável ao nos fazer, o tempo é que foi escasso (um dia! Gênesis 1:26) e ainda, quer que dominemos tudo, embora, ainda, não saibamos nem nos conter. Eu eim!. Tudo bem apreciamos as belezas que nos presenteou, mas, apesar de tudo, não nos compreendemos tampouco o próximo.

O alinhamento da Luz e Fraternidade com a Oitava Inspetoria reuniu conhecimentos para, na diversidade da conversa, entendermos que temos de cuidar do aqui e, caso de haver vida eterna, que Caronte, (o barqueiro), no trajeto, a depender da moeda deixada, nos oriente como lá procedermos porque cá, a preocupação é com o quem-quer-me-ver da dupla Teive e Argolo.

Jessé da Costa Primo∴Membro da Loja Maçônica Luz e Fraternidade 14.

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