O que está errado na administração do prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB)?
Há quem afirme, de pés juntos, tudo. Se prevalecer a máxima de que a voz de Deus é a voz do povo, a administração do governo da província de Feira de Santana há muito tempo se encontra com fadiga de material.
Essa fadiga se faz presente a olhos vistos de todos. Agora, em final de ano, o alcaide procura ganhar visibilidade ao anunciar “sem alarde” a dança das cadeiras que já está acontecendo, com as mudanças de secretariado.
Muita gente acredita que essa atitude em nada vai melhorar a deplorável realidade local. “É como se trocasse seis por meia dúzia”. Comenta parte do povo que não mais se deixam enganar por esses artifícios políticos.
A notícia, que circula na imprensa local, é de que as mudanças serão feitas sem traumas administrativos. O que deixa claro a parcialidade de parte desse órgão, o que deixa antever a existência de implicações questionáveis com o executivo.
Segmento este, que a todo instante tenta passar o pano na grave situação social que que vem assolando a cidade. Todos já tomaram conhecimento que o grande trauma político no município começou a ser implantado com a ascensão política do rei da caatinga, José Ronaldo de Carvalho.
Este já se encontra incrustado no poder por mais de duas décadas. E durante todo esse longo tempo o que tem feito é manipular, de forma acintosa, os cordames que controlam e dão vida aos políticos marionetes.
Representado fisicamente pela atual figura do gestor Colbert Filho. “Afinal a coisa vai tão bem que mexer agora nas peças do governo pode ser precipitado”. Não posso afirmar, categoricamente, se a frase foi proferida pelo gestor ou por parte da imprensa local. Que age fazendo as vezes da imprensa oficial, chapa branca, como costuma ser classificada.
Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)




