Pretender felicidade impõe querer que o outro tenha.
É a busca do sentido da vida que não desequilibra a igualdade, permeia os ideais de justiça, considera os vários elementos que nos despem de conceitos que cremos verdadeiros e barram a opinião do outro.
Entretanto, o uso excessivo do WhatsApp não é simples recreio, sim doença que evolui o medo de mergulhar nas relações verdadeiras que valorizam sentimentos e dirime inquietações, so a vida mais tranqüila, quando nos deixamos seduzir pela inteligência.
Mas os livros alterados tidos sagrados fizeram-nos olvidar o Deus existente em nós.
Criaram um aquém da beleza e força da natureza como o cruzar de pernas, meio usado pelo amor para estender-nos. Contrariando, Penélope se absteve de se dá, enquanto Ulisses se embriagava nas tabernas.
Aqueles sujeitos empurraram Deus goela abaixo nos índios, enquanto, antes de 1500, estes nunca o precisaram, pois os da floresta o supriam, mas alguns evangélicos e católicos sem mandato Dele o utilizam como meio de extermínio e tumulto à crença.
Porque hereges querem retirar do Dique do Tororó os Orixás que andam nas águas por não crerem que esta vem da chuva, sêmen de Deus, que engravida a terra e reflete a beleza e a sensualidade de Iemanjá, para Juntos abençoar a Bahia.
Nesse diapasão, a valsa vienense de onde veio não trouxe só beleza, eis que o reverso andou.
Todavia, negam que a flor seja o órgão sexual da planta para, sem pudor, entre cheiradas mil, enfeitar o lar e a mulher amada.
Contudo, na Capela Cistina, na pintura alusiva à criação, dedos se tocam. É Michelangelo pondo dúvidas de quem criou quem!
Porque a sedução é o jogo que faz seguir a vida, cria momentos especiais, destacam o que temos de melhor por querermos que o outro sinta. No entanto, é bom saber o que faz, pois achar que ia dar certo não o isenta.
Assim, enjeitem a ideia do que é melhor para o outro eis que, jamais, o verdadeiro Deus precisou de nós para ser louvado.
Feira de Santana, 26 de Janeiro de 2023.
Jessé da Costa Primo∴Membro da Loja Maçônica Luz e Fraternidade 14.




