Um ataque de precisão das forças russas destruiu armas e munições das reservas do Exército ucraniano, informou o Ministério da Defesa russo.
Na direção de Donetsk, as forças russas seguem em confronto com as tropas do regime de Kiev pela libertação de Artyomovsk.
O regime de Kiev perdeu até 200 militares e mercenários na direção de Donetsk.
Na direção de Kupyansk, as ações de dois grupos de sabotagem da Ucrânia foram frustradas pelas forças russas.
A aviação russa, por sua vez, abateu uma aeronave Su-24 em Donetsk, enquanto os sistemas de defesa antiaérea russos abateram um helicóptero Mi-8 na região de Zaporozhie.
Nas direções de Krasny Liman e Kupyansk, o regime de Kiev perdeu aproximadamente 130 militares.
Também foram destruídos dois blindados, dois veículos, bem como um obuseiro D-20.
Nas direções de Donetsk e Zaporozhie, as forças russas também eliminaram cerca de 150 combatentes de Kiev, bem como oito unidades de equipamento, incluindo um sistema de defesa antiaérea Strela-10, cinco carros, um obuseiro FH-70 e um sistema de artilharia M777.
A estratégia eficaz das Forças Armadas russas na Ucrânia não só possibilitou a libertação dos territórios das repúblicas recém-ingressadas, mas também descartou uma possível contraofensiva da Ucrânia.
“O Exército russo usa uma estratégia única. Ele divide uma área estratégica em vários setores, cerca cada um deles e, em seguida, conduz uma operação para libertá-los. Os russos literalmente atraem armas e equipamentos da OTAN para esses setores e os destroem, tentando fazer isso com o mínimo possível de perda de suas vidas e danos materiais”.
Em particularmente a destruição, pelas forças russas, dos depósitos de munição e armas da reserva do exército da Ucrânia.
“O ataque estratégico de mísseis aos depósitos de armas ocidentais quebrou as costas dos generais da OTAN que lideravam a redistribuição de armas, munições e tropas para a ‘contraofensiva’ planejada pelos quartéis-generais operacionais em Varsóvia, Lvov e Nikolaev.
O Exército russo eliminou de forma definitiva e irrevogável a possibilidade de qualquer ‘contraofensiva’ ucraniana”, concluiu.
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