Não são os atos bons ou maus que nos definem por toda vida, pois quem se observa muda de atitudes e aprende. Jóias e batom adornam e seduzem, mas não preenchem o vazio do portador e ainda há possibilidades de promover danos materiais e morais. Num cenário de incertezas, a fuga da dor modifica o discurso.
Para ser incorruptível, há de cuidar como exercer atividades por sempre falhar tentar harmonizar a onipotência Divina com a responsabilidade humana, enquanto dialogar com as dores e alegrias advindas dos trajetos, faz pesar os erros.
No entanto, tem quem só tome tento com o advento das conseqüências, enquanto a ilusão de meros êxitos o imodera, desrespeita amizades e assanha o apontar.
Manter a vida digna é a via que alcança os bons objetivos. Porém chegar ao sol pode surgir verdades que queria esconder.
Perplexo, vê a ruptura de estruturas que aparentavam firmes.
É que a natureza usa da riqueza para punir, principalmente àquele que ignora valores e sentimentos.
Vem o desencanto e a desesperança. Disforme da razão, não compreende o que se passa, pois não mudou a rota em relação aos caminhos do mal.
Quer converter-se, ninguém mais o crer, eis que a conversão envolve o homem em toda a sua existência e, de uma hora para outra, não há como tornar-se Soninha toda pura ou para fugir do castigo, de coyote num cordeiro.
Barbas ficam de molho. Mas o ser zeloso afasta de si a sanha de Minerva e faz surgir o bem-aventurado.
Feira de Santana, 21 de maio de 2023.
Jessé da Costa Primo∴ Membro da Loja Maçônica Luz e Fraternidade 14.




