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APRENDER SEMPRE

Loja Cavaleiros de Aço Feira de Santana

Socializa-se quem tem respeito e atenção pelo próximo, por fazer parte da construção individual que nos ensina perceber no outro, dificuldades, necessidades que remetem aos nossos sentimentos.

Se contrário, está alheio à simplicidade da existência, não dá valor as palavras, gestos, sorrisos e silêncios, como o insidioso que, após ter passado por eminentes organismos, nada aprendeu, pária que os pósteros de Rômulo e Remo recusam-se cidadaneá-lo e instruíram a bota, chutá-lo.

Mas a razão, consciência e vontade oscilam à custa dos momentos. Porém é a responsabilidade pelas ações que nos torna capaz de evoluirmos em favor da nossa continuidade. No entanto, há que sermos hábeis para acumularmos conhecimentos a fim de estarmos prontos para os encargos.

Foi quando Cledeson Monteiro Correia, alma de Aprendiz, sem vaidade, quis ser o primeiro a tomar posse visando aprender, entender e rever-se no outro as emoções que viveu, pois, para nos conhecermos, precisamos ver em alguém o que passamos.

Nesse ínterim, Antônio Leite, com os olhos rasos d’água diz: já curti essa sensação, mas para manter a norma, Deibson com a espada de São Jorge/Ogum em punho, atentava a entrada de sarracenos.

Sabe-se que a família é a razão de sermos quem somos, via de atingirmos o que queremos e Kel, ao alcançar a liderança da Cavaleiros de Aço, Ele, aço moldado em siderúrgica de família sólida, resistente a corrosão da inércia, núcleo de aperfeiçoamento das virtudes do afeto e da comunhão de sentimentos, interpretou que o ambiente maçônico exige compreensão e, embora, sejamos únicos, somos parte de um todo.

Porque a liderança exige afinidade de sentimentos, entender as diferenças tornar-se solidário, enxergando em si, possíveis preconceitos, vez que Maçonaria é família, composta de membros de diferentes personalidades e dons.

Ao passo que, administrar uma Loja suscita entender que, não há real vontade sem liberdade e, que a razão comete erros por ser subordinada às paixões e ao amor-próprio.

Assim, cultivar o bem nos faz mais resistentes às paixões, conquanto o conhecimento, consciência e o sentimento qualificam nossas ações. Porém, o confronto entre razão e consciência, entre sentir e conhecer, é que nos guia à investigação racional da verdade, ao tempo em que a lealdade impõe conhecermos as fraquezas, revezes e dificuldades do outro, suportando suas imperfeições, defendendo-o na ausência e o ajudando a erguer-se.

Porém, para sermos felizes, nos afastemos dos pseudos ensinamentos cristãos que: para termos Deus conosco, é preciso sofrer, quando, basta olhar a natureza em toda a sua beleza, inclusive a das mulheres para sabermos que a dor arreda os melhores desejos e, buscar Deus fora de si, nos afasta Dele.

Salmo 82:6: “Vos sois deuses e todos vós sois filhos do Altíssimo” e em João 10:34 diz:. “Respondeu-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Sois deuses”.

Mas se quisermos viver em harmonia, não façamos ao próximo, o que não queremos que nos faça. A vida é curta, mas temos momentos inesquecíveis que compensam e o Sol, um dos nossos deuses, ao se apagar, também nos desligará. Portanto, gozemos os momentos, pois nada há além desta vida: Eclesiastes 9:4 e 5. Entrementes, experimentemos amiúde sem recriminar atabalhoadamente o pecado, pois é ele que nos faz mais humanos.

Feira de Santana, 11 de junho de 2023.

Jessé da Costa Primo∴ Membro da Loja Luz e Fraternidade 14.

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