Como é dona de 35% da OGMA, empresa que produzirá as aeronaves em solo português, o governo do referido país ajudará a divulgar o A-29N em troca de uma parcela das vendas e da atividade econômica gerada.
“Da mesma forma como fizemos com o C-390”, declarou o ministro da Defesa português.
Segundo Barbieri, o avião “coringa” se encaixa perfeitamente nas necessidades atuais de diversas aeronáuticas europeias.
“Vários países da Europa estão precisando de novos aviões de treinamento avançado, e nós temos um que pode ser usado como treinamento e, no caso de necessidade, para um ataque leve.”
“É uma aeronave que praticamente não existe similar no mundo. Não tem outra que faça essa função dupla.”
É que revelou também Frederico Lemos, chefe do Departamento Comercial da Embraer Defesa & Segurança.
De acordo com o executivo, vários países-membros da OTAN demonstram interesse na compra do A-29N. “Preferimos não comentar quais, mas são vários.”
Dessa forma, o Super Tucano segue os passos do avião de transporte C-390, seu irmão maior e mais novo também produzido pela Embraer.
O cargueiro encontrou sucesso no mercado europeu, com vendas anunciadas para sete países, graças à primeira venda para Portugal.
Nesta sexta-feira (27), inclusive, a Embraer noticiou a décima venda internacional do C-390; dessa vez para um cliente não revelado. Destes, sete são europeus, sendo seis integrantes da OTAN.
Fruto de qualidade técnica e conquista diplomática do Brasil.
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