A subserviência será sempre a primeira a ser descarta quando se trata da composição de um governo nos escalões mais inferiores. Sempre foi assim e sempre será.
Os cabos eleitorais na zona urbana e rural, sempre passaram por isso e continuam fazendo questão de não reconhecer essa realidade. Raros são os nomeados. Nas eleições seguintes lá estão eles novamente.
Durante o mandato, não segregados, de forma inteligente, de caju em caju um cala boca ofertado pelo prefeito, faz com que a conformação se torne esperança, a qual jamais será alcançada.
Esperneiam, fazem críticas, se distanciam em tom ameaçador, falam, falam e falam, é um recado, olha estou aqui. Tudo é momentaneamente, basta o prefeito bater o dedo lá estão eles novamente, elogiando e aplaudindo.
Ora, Ora, depois da eleição os interesses dos eleitos são outros. E quem não tiver como atender e contribuir com os projetos pessoais, serão descartados.
Até os agentes de bairros são negociados com vereadores, ou conveniências de favores futuros. Os cabos eleitorais se não fizerem parte da negociação com os vereadores da bancada e não forem indicados, ficaram para o final, se sobrar.
É deprimente que a campanha e o voto estejam envolvidos nessa situação escabrosa e subserviente, demonstrando quanto é raso o comportamento de grande parte do nosso povo.
Chega ao ponto do cabo eleitoral mandar um recado para José Ronaldo, dizendo que chegou a hora de chamar os “cachorros”.
Dignidade consciência. Alguém viu?
Carlos Lima




