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Quando a indignação política se torna desculpa para insatisfação ou cobrança/por Carlos Lima

gente capacitada

Existe suplentes e ex-candidatos a vereado que jogaram em duas vias. A primeira conseguir ser eleito. Dando com os burros n’água. Espera, forçosamente, serem nomeados entre DA1 a DA3, ou quem sabe chegar ao secretariado, abaixo disso seria considerar desprestigio político.

Em Feira de Santana temos exemplos dessa “Lei de Gerson”, que se prolifera em ridículo queixumes na imprensa, denúncias, tentativa de chantagem com abandono político, além de vitimização.

Alguns não conseguem alcançar 2 mil votos e se entronam como político e liderança expressiva e terminam se considerando injustiçadas pelo alcaide eleito quando demoram ser nomeados e a nomeação surge para DA6. Cargo inferior, salário mínimo.

Vociferam contra aqueles com quem andaram lado a lado, durante a campanha eleitoral, visando arrebanhar os votos que poderiam cair da bandeja, ou ter motivos para cobrar cargos, uma vez que passaram a se denominarem como lideranças expressivas com os votos recebidos”.

Recentemente um desses insatisfeitos com a nomeação para o cargo de DA6 foi exaltado em reportagem que dizia: “surpreendeu a todos no cenário político local ao recusar cargo na Prefeitura, oferecido cinco meses depois da posse do prefeito José Ronaldo.

Quando perguntado sobre a recusa, justificou afirmando ser desproporcional ao reconhecimento político que deveria ter do prefeito eleito, pelo seu esforço estratégico, reconhecido por muitos, como essencial para evitar um segundo turno, consolidando a vitória de Ronaldo.

Dizer o que? Reconhecer o que?

A perola maior: “Preferi manter minha coerência e dignidade política a aceitar uma função que considero incompatível com minha trajetória e contribuição eleitoral”.

Carlos Lima

 

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