O LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegipty), de Feira de Santana, relativo ao período de 3 e 4 de janeiro, é de 1,1%. Este tipo de verificação é realizada três vezes por ano. O índice, de acordo com normas do Ministério da Saúde, indica situação de alerta.
O levantamento, que mede a infestação larvária, é feito em janeiro e março (períodos de chuvas) e em outubro (período que antecede as chuvas fortes). O LIRAa é medido pelo número de casas onde são encontradas larvas do inseto. Vê, também, em quais recipientes os ovos são depositados.
O mapeamento rápido dos índices de infestação pelo mosquito identifica criadouros e mostra a situação da proliferação do município. É usado para nortear as ações de controle da doença e identificar as áreas mais críticas, em curto espaço de tempo.
Ao contrário do LIRAa, o Índice de Infestação Predial é medido várias vezes ao ano. No primeiro caso, o município é dividido em áreas com imóveis semelhantes. Em cada um deles parte é pesquisada.
Em Feira de Santana o combate à dengue é feito o ano inteiro e em todo o município, com ações específicas, educativas e mobilizações da comunidade, quando são informadas de como prevenir a procriação dos mosquitos que transmite a doença, que no ano passado teve 2.219 notificações.
O monitoramento da presença de focos do inseto é feito pelos agentes de endemias em todos os imóveis. Eles travam uma verdadeira luta contra o tempo, e em várias frentes. Eles também orientam a população sobre os cuidados de como evitar a propagação do aedes.
Fonte: Redação com informações da SECOM/ Foto: SECOM




