Tempo - Tutiempo.net

Brasil inicia pesquisas para cultivar alimentos no espaço com tecnologia da Embrapa

O Brasil iniciou o desenvolvimento de pesquisas científicas para trabalhar com tecnologias de cultivo de alimentos na superfície da Lua, de acordo com o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Marco Antonio Chamon. "O Brasil está tentando contribuir em algo que tem um protagonismo internacional muito grande, que é a agricultura. Quando você tiver uma base permanente na Lua, não vai poder levar todas as coisas de que precisa a partir da Terra. Precisa dos meios locais para produzir oxigênio, energia e comida", explicou o presidente da AEB no seminário on-line Negócios Espaciais e o Papel do Brasil, nesta quarta-feira (15). Ainda segundo Chamon, as tecnologias serão desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A parceria visa ainda fomentar a criação de produtos e tecnologias advindas do espaço para aumentar o desenvolvimento e a produtividade na agricultura terrestre. De acordo com a Embrapa, em 2023, a partir da parceria entre a Embrapa e a AEB, foi consolidada uma rede de pesquisa com 12 instituições e mais de 30 pesquisadores para avançar no desenvolvimento de sistemas de produção e adaptação das culturas de batata-doce e grão de bico, espécies consideradas opções de base alimentar para humanos em condições fora da Terra. O objetivo é que futuras missões tripuladas para Marte possam se alimentar a partir da Lua, dentro do projeto Artemis, que reúne 39 países para estabelecer uma base lunar. Idealizado pela agência espacial norte-americana, a Nasa, o programa lançou a primeira missão sem tripulação em 2022. A primeira com tripulantes está prevista para ocorrer em 2025.

O Brasil iniciou o desenvolvimento de pesquisas científicas para trabalhar com tecnologias de cultivo de alimentos na superfície da Lua, de acordo com o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Marco Antonio Chamon.

“O Brasil está tentando contribuir em algo que tem um protagonismo internacional muito grande, que é a agricultura. Quando você tiver uma base permanente na Lua, não vai poder levar todas as coisas de que precisa a partir da Terra. Precisa dos meios locais para produzir oxigênio, energia e comida”, explicou o presidente da AEB no seminário on-line Negócios Espaciais e o Papel do Brasil, nesta quarta-feira (15).

Ainda segundo Chamon, as tecnologias serão desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

A parceria visa ainda fomentar a criação de produtos e tecnologias advindas do espaço para aumentar o desenvolvimento e a produtividade na agricultura terrestre.

De acordo com a Embrapa, em 2023, a partir da parceria entre a Embrapa e a AEB, foi consolidada uma rede de pesquisa com 12 instituições e mais de 30 pesquisadores para avançar no desenvolvimento de sistemas de produção e adaptação das culturas de batata-doce e grão de bico, espécies consideradas opções de base alimentar para humanos em condições fora da Terra.

O objetivo é que futuras missões tripuladas para Marte possam se alimentar a partir da Lua, dentro do projeto Artemis, que reúne 39 países para estabelecer uma base lunar. Idealizado pela agência espacial norte-americana, a Nasa, o programa lançou a primeira missão sem tripulação em 2022. A primeira com tripulantes está prevista para ocorrer em 2025.

Sputnik

OUTRAS NOTÍCIAS