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Conformismo na arbitrariedade/por Carlos Lima

Arbitrariedade

Está satisfeito com tudo, aceitar todo tipo de comportamento, assumir o lema contido nas mensagens de motivação, adormecer o pensar, contestar, duvidar, abandonar o fluxo da vida e neutralizar o seu “EU”.

Jean Paul Sartre na sua teoria filosófica afirmou que “o homem existe antes de poder ser definido por qualquer conceito, o que significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define”.

Será que esta definição vem balizada nas ‘mensagens motivacionais’, que tem o principal objetivo de aplacar a sede de conhecimentos?

Reconhecer as injustiças e dizer que a fome a miséria faz parte dos planos de Deus.

Saber das tramas contidas nos membros das instituições oficiais e civis. Nada fazer e simplesmente conviver com elas, reconhecendo que se o “inimigo” ‘é forte é melhor justar-se a ele’.

Ou simplesmente, por ser um dos membros da instituição, (fazer vistas grossa) proceder de forma justa para torna-la mais digna.

Socrates chegou a afirmar que: “se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade”. Ele queria dizer que a honra a virtude ética do ser humano, traz as vantagens para ser virtuoso. agindo de acordo com a honestidade ética.

Acreditamos que a submissão é o modo animalesco do cão, fiel, é maltratado, mas se submete a quem o alimenta. Não pensa.

Platão pregava que as instituições e cidades só seriam justas se cada membro do organismo social tiver condições de perseguir seus ideais, exercendo funções de acordo com suas aptidões, observando os princípios de honestidade e justiça.

Uma escola de líderes não poder se distanciar desse processo filosófico.

O conformismo e o fanatismo não deve contaminar os objetivos das instituições, principalmente aquelas que sonham em tornar a humanidade feliz.

 

Carlos Lima

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