Os ventos sopram em todas as direções. Sabendo que após uma mudança de posição política e oportunista a pipa do poder chegaria às suas mãos, o mequetrefe calculou que teria seis anos com ela no ar, bastava se sacrificar um pouco nos dois anos iniciais, aceitando dividir o comando com o manda chuva.
Na fase seguinte seria o indicado, confirmado, teria quatro anos e no primeiro ano ia minar as força do manda chuva, aparava suas asas e se equilibrava no poder.
Parece que não deu certo. Lhe faltou inteligência política e sabedoria administrativa. Sifu…
Ao criar tempestades em copo d´água, quase se afogou e respira com tubo de oxigênio.
A maioria dos aliados querem puxar esse tubo. A pipa do seu benfeitor foi vilipendiada, está sendo destruída, o carretel perdeu força e a linha está ficando apodrecida.
De forma Escatológica o mequetrefe desceu de vez ao limbo político. Surgiram as brigas internas e os desabafos prepotentes e ambiciosos do mequetrefe. – Quem manda sou eu…
Existem mais alguns gravados… Diz o povo.
Ficou dificílimo para o manda chuva voltar, não é impossível, no entanto o mequetrefe já afastou fortes aliados espanou partidos, se tornando uma máquina poderosa de tirar voto.
O manda chuva está ficando roxo de tanto assoprar a pipa, cada vez mais perdendo altura e com previsão de esborrachar na lama.
Os ventos estão mais fortes do outro lado. Aquele lado garfado pelo assistencialismo de última hora, com recursos do próprio povo e excesso de confiança.
Será que o manda chuva ainda não descobriu que o mequetrefe tem como ideal ferir os princípios básicos do respeito, da moral e da vida dos semelhantes. É a encarnação da falsidade e da mentira. Dá mínima atenção apenas aqueles que se submetem aos seus interesses e como ele. mentem nos microfones da vida.
Já complicou a vida e a saúde de muita gente. Tem um ditado popular que diz: – O que aqui se faz, aqui se paga. Espero que esse provérbio popular seja consumado.
Carlos Lima.




