É preciso que a dedicação Maçônica se volte um pouco mais para o protagonismo do Aprendiz na existência da Arte Real.
Como a humanidade tem continuidade pela reprodução dos seus filhos, a Maçonaria se perpetua nos seus iniciados.
Eis a questão mais forte. Muitos querem, poucos são convidados.
Os agraciados se tornam aqueles que estão no princípio do aprendizado Maçônico.
E se tornarão as colunas de sustentação de nossa irmandade.
A Maçonaria depende desse aprendizado para caminhar resoluta nos seus princípios e manter a sua existência diante do tempo individual de cada ser humano.
Aqui está o protagonismo do Aprendiz Maçom.
Não existe nada pior para um padrinho quando o seu afilhado se mostra indigno. Não existe nada pior para a Maçonaria quando um Aprendiz abandona a Ordem. (nesse caso existe exceções).
É imprescindível o exemplo em Loja e na vida profana.
É de vital importância que cada reunião seja um elo de união, despertando o desejo de ser cada melhor e confirme o ideal de ampliar conhecimento, esperando com ansiedade a reunião seguinte.
É de suma importância que as instruções sejam participativas e interpretativas em todos os graus simbólicos.
Na primeira instrução nada de leituras rápidas, monótonas e desprovida de participação, Seria um tirar de dúvidas.
Deve ser considerada como o despertar de interesses sobre que verdadeiramente é a Maçonaria.
Poderia começar abordando, por definição, as funções administrativas em Loja; Irmandade; Desenvolvimento das virtude, combate as vaidades e os vícios.
A seguir as instruções constantes em nosso manual ritualístico, de forma participativa, conforme ordem definida pelos graus simbólicos.
Precisamos avançar nos conhecimentos de forma didática sem ferir nossos princípios. Mas encontrar de forma eficiente o despertar Maçônico em meio aos avanços tecnológicos que chega como um tsunami afogando mentes em desavisados.
Carlos Lima – cim 914 – Templo de York




