O trabalho é que nos dá jeito de pagar contas e crescer materialmente. Quanto aos conflitos entre a razão e a fé vêm dos pré-conceitos.
Mas a Maçonaria usa a filosofia para auxiliar o iniciado fugir da fé cega, informando-o que nas festas do Bonfim, o Grande Arquiteto congrega com os Orixás e nos incitam investigar a verdade pela luz da razão.
Sabe-se que fé e religião afirmam coisas que ninguém vê e têm reflexos psíquicos frente ao desamparo. Porém, Mancha enlameia-se em si de tal modo que, até, o mal que elabora faz mal feito, mas a ciência é a união de saberes vindos da observação do Aprendiz, Companheiro e Mestre que sabem que os operários são responsáveis pelo nosso bem estar por terem se aperfeiçoado na sabedoria, força e beleza, ouvindo Maia, filha de Atlas, deusa da fertilidade que da via láctea, os diz: glorifiquem-se pelo trabalho.
Que é a rotina feminina: harmonia do corpo, entendimento com o tempo, gosto pela beleza para que o desenho do rebento agrade porque a vida está para a esbelteza que suplanta os méritos do desempenho.
Mas o tempo está para o nove, número do mistério que rastreia os dias da gestação, multiplica-se em si, resultando-se em si mesmo para encontrar a Unidade quando, Nossa Senhora do Parto diz: cai fora, milhões querem locar.
Entrementes, Companheiros se tornam essenciais aos Aprendizes e os Mestres estudiosos obrigam-se ao justo e perfeito para os desafios da transformação social, colaborando na construção de um mundo melhor como Roberto Carrion que, da Luz e Fraternidade para o Complexo Maçônico São João da Escócia, trouxe a Beleza para sentirmos o quão é valoroso o exercício do trabalho a fim de resistirmos às desigualdades, pois perante o Criador, somos iguais e tal qual Ele.
Feira de Santana, 4 de maio de 2023.
Jessé da Costa Primo∴ Membro da Loja Maçônica Luz e Fraternidade 14.




