Ele foi um dos maiores humanos por ter entendido a simplicidade da vida e que a única forma de encontrar a paz é o entendimento.
Todavia, a maioria crê que ele quer ser adorado, quando sua pretensão é que, simplesmente, fossemos mais voltados ao viver plenamente.
Portanto, neste Natal, no lugar de venerá-lo, procuremos imitá-lo no que se refere a não discriminação.
Ele se sentava a mesa com os fariseus e, ao contrário de muitos, ele acolhia, gostava de festas, transformou a água em vinho para que esquecessem das agruras desta vida que, entre outras coisas, não tem o menor sentido.
Por outro lado, as igrejas deveriam ser hospitais da alma, não locais suntosos, nos quais Jesus não se sente confortável, pois os seus têm fome de alimentos e de justiça. Precisam sim de oportunidades para que, do próprio trabalho, ganhem seu sustento.
Ele quer que lutemos por eles como fez Paulo Freire e faz o Papa Francisco para que, todos os filhos se sintam orgulhosos por seus pais comprarem os presentes. Certas doações desandam a personalidade.
Os grandes homens se sentem felizes por servirem de exemplo de entendimento, não para dividir. Alguns hoje pensam que Jesus lhes pertence e em nome Dele ferem o próximo.
Portanto, libertem Jesus destas amarras e repensem que, quanto mais divino estejam querendo fazer Dele, mais afastado ficará de todos nós.
De Jacobina para Feira de Santana que distribui para o universo em 22 de dezembro de 2024.
Jessé da Costa Primo. Membro da Loja Maçônica Luz e Fraternidade 14.




