Manchete do jornal O Globo desta sexta-feira é sintomática; de acordo com a publicação, os empreiteiros presos de forma preventiva, na Operação Lava Jato, e sem nenhuma condenação só terão direito a qualquer acordo se confessarem novos crimes.
No Ministério Público a in formação é a seguinte: “Não adianta contar o que sabemos”.
O procurador Carlos Fernando Lins, da força-tarefa do juiz Sergio Moro diz estar em busca de “novos Youssefs”.
Em artigo recente, o criminalista Antonio Claudio Mariz alertou para o uso da prisão preventiva como uma nova forma de tortura em busca de confissões e delações.
Com isso o Ministério Público está jogando por terra garantias constitucionais como a presunção de inocência e o direito de se defender em liberdade.
Empresários que delataram concorrentes, como os executivos da Toyo Setal, já estão soltos.
Fonte: Brasil 247/Redação cljornal.




