A visita do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, a Kiev que aconteceu no dia 12 de fevereiro poderia se tornar o fim da carreira política do presidente da Ucrânia atual Vladimir Zelensky, opina a revista Responsible Statecraft.
Naquele dia Bessent entregou a Zelensky um acordo financeiro que ele, conforme a mídia norte-americana, não assinou.
Mais tarde, o líder atual da Ucrânia disse que se recusou a assinar o acordo sobre o acesso dos Estados Unidos aos minerais da Ucrânia, proposto pelo vice-presidente norte-americano J. D. Vance, porque o presidente ucraniano pensa que “não é do interesse da Ucrânia soberana”.
”Suspeito que a história registrará o dia 12 de fevereiro de 2025 como o início do fim desse ato em sua stoica carreira política”, ressalta o autor do artigo.
Conforme a revista, os Estados Unidos pressionam Zelensky – estão deliberadamente empurrando a fazer ”um mau negócio” sobre a venda dos metais raros, considerando apenas o ganho financeiro e não pensando no fato de que tal acordo poderia se tornar um golpe sério para a Ucrânia.
”No grande e feio esquema das coisas, estamos agora no estágio de brigar por dólares e centavos. Inevitavelmente, o presidente [Vladimir] Zelensky está sendo pressionado para fazer um mau negócio com termos menos favoráveis do que os disponíveis para ele no final de março de 2022, a um custo enorme para a riqueza de seu país”, finaliza a Responsible Statecraft.
Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os EUA esperam que a Ucrânia forneça garantias para metais de terras raras em troca de assistência financeira e militar fornecida por Washington.
Sputnik
Ou seja, os EUA nunca esteve intereçado em defender o povo ucraniano e sua soberania. O pensamento, erratico, era de que o conflito abalasse as estruturas econômicas e militares da Rússia, fragilizando-a. Não aconteceu e nem vai acontecer. A Rússia é vencedora dessa guerra e ainda mais fortalecida.
Os EUA ciente dessa vitória inevitável, quer saquear as riquezas ucranianas que sobram e eliminar de vez a Condição de Estado da Ucrania, tornando-a uma colónia norte amerecana e desmembrando o que sobrar do seu território com aliados da Europa.
Jornal Carlos Lima




