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poesia

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Magnetismo

Magnetismo   Possuidor de lâmina dupla Grande construtor e destruidor De vida dubiamente mantenedor Nela impõe sensação de finitude Amassa sem qualquer ducha Uma visão

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Pato, pata e patinhos

  Pato, pata e patinhos     O andar é malicioso O nadar é sedutor Na chuva, sol ou luar Olha o pato Olha a

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Poeira

  POEIRA   O tempo não espera a vida Nós corremos atrás dela Não há esperança de vitória Apenas dor alegria e sofrimento Sua finitude

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DISSABOR

  DISSABOR   Existem lojas sem generalizar Desprezando trabalho na Pedra Bruta Formando cordeirinhos para se materializar Suas portas de fecham na labuta Em formação

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Uma questão de Bico

Uma questão de Bico Não é o triste fim de Policarpo Quaresma Foi na quaresma que tudo aconteceu Já se passaram mais de um ano

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Martelando o tempo

  Martelando o tempo   Não queria Mas estamos de partida Que palavra doída Alegria sem nenhuma motivação Findando uma vida planejada É um fio

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DESCONSTRUÍDA

  DESCONSTRUÍDA Inquestionavelmente Somos um corpo Saturados de divas de egoístas Averso ao desprezo Indistintamente Um pingo no copo O transforma pelo avesso Que saudade

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O IMPLORÁVEL

O IMPLORÁVEL Não adianta fechar a mão O tempo escapa entre os dedos É volátil Nada é lento nesse Panteão Sempre na direção do fim

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ADEUS

ADEUS Cantar o amor É embriagar-se do momento Cantar a vida é sofrer o inesperado Nascer é a porta da esperança Que deixa todos entrarem