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Carlos Lima

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Poema para Alcione e Cedrix

Poema para Alcione e Cedrix É uma dor que não dói É uma saudade que não tem fim É um amor que não mais afaga

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O impossível foi possível

    Cirurgia   Não acreditava que andar Sobre as nuvens é macio Tão leve que faz chorar Em pé ao lado um vício Vi

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Dias atuais

Dias atuais É o caos social Na razão nacional O lixo estereotipado Hipócrita cristão De Mamon vestido Rouba o pão E fere sem cicatriz O

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Arfada de Elpis

Arfada de Elpis   Estão a azougar loucuras e desgraças Que são humanizadas e socializadas De sobejos sem ‘graças’ OH! Deus livra-nos das duras penas

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Sentimento metafísico

  Sentimento metafísico Sempre desejei encontrar O passado perdido no amanhecer Que permanentemente instalou Uma inquilina no meu ser Nas calçadas da vida O imaginário

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PERSISTÊNCIA

PERSISTÊNCIA   O frio da vida Não depende do inverno O calor ainda adoça A vivência que ditosamente Insiste Não virar carcaça Carlos Lima

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O espetáculo continua

    O espetáculo continua Não saia de cena Fim de espetáculo Dizem que a esperança nunca morre No amor ela segue na partida Na

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ENVELHECER

ENVELHECER O envelhecer É a metamorfose Mais bela do mundo Para quem aprendeu a pensar. Carlos Lima

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O Prazer

  O  PRAZER   Não enxergo aquela que se oferece Imagino a ela ser interesse O que oferecido por vantagens É apresentado por micagens Não

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O Amor

O Amor O amor na verdadeira união É forte como a Rocha No desencontro É como uma névoa, de visão embasada, Bela na intensidade Mas