
O nada no cosmos
O nada no cosmos Diante do Infinito Universal A vida é um esperar Que não acontece Nada temos para agradecer Em nosso vago marco temporal

O nada no cosmos Diante do Infinito Universal A vida é um esperar Que não acontece Nada temos para agradecer Em nosso vago marco temporal

Ser civilizado Na construção do Ser A vaidade destrói princípios Atropelando harmonia da vida Se sente inteligente Em abraçar o genocídio Para destruir o

Fatalidade Uma gota d’água Não atravessa incertezas Atravessado de mágoas Nas realidades duvidosas Teu corpo fugiu da alcova Para desespero do amor e

Senhor presidente da Academia Feirense de Letras, Dr. João Batista de Cerqueira. Me permita, em vosso nome, saudar todos os confrades da Academia Feirense de

Natureza morta Os grilos cantam Apelos Vagalumes iluminam Os caminhos Escondidos da vida Os pequenos relâmpagos Lhes norteiam a ida Seus elos não são correntes

Terra Terra ninho da humanidade Humano que ignora sua beleza Homeopático na rejeição da benignidade A faz condomínio apocalíptico Desconhece o tempo existencial Na morte

Voltando ao pó Na penumbra do nevoeiro Se arrasta os disfarces A imaginação do narcisista Constrói vaidades Falsamente se expressa Humanista Verdade vos digo

Susto surpresa Foi um urro no deserto Foi um sussurro na brisa Foi um espanto Sem tempo para pensar Foi rápido sim Talvez magia Mesmo

O QUÊ Quando você escolhe E desanda Barafunda o Psiquê A ânsia se amplia A procura desgasta Jamais alcançada Volúpia expande não encolhe Tenta não

Pontuar e Pensar Olhar de luz Magnitude da expressão Orgulho do EU Domos Domos Vida vinda e ida De razão duvidosa Maldito expectro De