
Poeira
POEIRA O tempo não espera a vida Nós corremos atrás dela Não há esperança de vitória Apenas dor alegria e sofrimento Sua finitude

POEIRA O tempo não espera a vida Nós corremos atrás dela Não há esperança de vitória Apenas dor alegria e sofrimento Sua finitude

DISSABOR Existem lojas sem generalizar Desprezando trabalho na Pedra Bruta Formando cordeirinhos para se materializar Suas portas de fecham na labuta Em formação

Uma questão de Bico Não é o triste fim de Policarpo Quaresma Foi na quaresma que tudo aconteceu Já se passaram mais de um ano

As toalhas e as costas Não incomoda o outro Do outro lado A genialidade do outro A falta de clemência de Clemente Não

Martelando o tempo Não queria Mas estamos de partida Que palavra doída Alegria sem nenhuma motivação Findando uma vida planejada É um fio

Morrer antes de nascer Em muitas uma só vida A dor é avalanche na lida Que marca que alimenta A triste ilusão Para

FELIZ ANIVERSÁRIO MANA, PAZ, HARMONIA, AMOR E VIDA LONGA

Mamãe A simplicidade, amor, carinho e bondade, eis a minha forja. Estou pensando em minha mãe. Na minha saudade. Na falta que faz. No

DESCONSTRUÍDA Inquestionavelmente Somos um corpo Saturados de divas de egoístas Averso ao desprezo Indistintamente Um pingo no copo O transforma pelo avesso Que saudade

O IMPLORÁVEL Não adianta fechar a mão O tempo escapa entre os dedos É volátil Nada é lento nesse Panteão Sempre na direção do fim