
Olhar da Serpente
Olhar da Serpente Olhar esnobe Que Humilha Que despreza Que Inveja Que sufoca Que maltrata Existência do ser Carlos Lima

Olhar da Serpente Olhar esnobe Que Humilha Que despreza Que Inveja Que sufoca Que maltrata Existência do ser Carlos Lima

LABAREDA Quem te sonhará Linda e sensual Belo canto De desejo e paixão Quem te sonhará Uma rosa de cristal Luz para

Confissão Revelo Revelo sim Há quem na morte Leve seus segredos Do amor o amor Os meus Você já sabe Carlos Lima

ZONA NO TAMARINO No quarto maltratado Surrado Um homem uma mulher Muito suor No canto da cama Madeira da forma Mesinha Sem arder

Falso beijo Eis-me aqui De corpo e alma Inteiro Vem Escorrega languidamente Em sua intensa Procura do prazer Vem machuque Dá-me Teu falso

Melhor sono é sonhar O sono desperta o inatingível Pode ser outra vida Quanto mais profundo Mais inimaginável Sonhar e amar não é

Julguem como quiser Consciente e Sem razão Louco desejo de abdução Em forte calor da juventude No ronronar Acreditava tranquilidade Nos beijos sem languidez

Corpo de mulher Exuberante É o teu corpo Vestido é provocador Despido é destruidor Com ângulo inobsceno No vértice das coxas Escraviza-me Carlos

Um simples brinquedo Esbelto O garoto rico ganhou um carrinho E brincou… Correu e sorriu. O garoto rico Brincou, Brincou Brincou E

RASGANDO O PEITO Porque não posso Está contigo A distância não é disso É lamento não sossego Quem dera ser alado Rasgar as