
A questão maior
A questão maior No escuro profundo Queria apenas ataganhar Os problemas e não rubicundo Nada de lado da face apanhar O solitário da

A questão maior No escuro profundo Queria apenas ataganhar Os problemas e não rubicundo Nada de lado da face apanhar O solitário da

O amor sem beleza Flores vivas são belas. Brancas azuis vermelhas Com espinhos ou não As pessoas as matam Em nome do amor

A REDE BRANCA Que bom um cafuné Cabeça no colo Na tranquilidade do luar Cadê aquela rede Das brincadeiras de ninar Esquecia missão de

O gordo de vermelho Caramba Não é o momento de recordar Da Infância ao início da puberdade A família harmonizada Árvore queijo peru

Doidejar Que pensamento doido O vento assovia nos ouvidos Viajar viajar viajar Nos braços acariciar Beijar beijar beijar Amalgamar o desejo Até o

O perdão perdido Não queiras localizar Os pregos das dores Tão pouco desacreditá-los Não negues pensamentos Pecaminosos Sempre secretos De infinitas inverdades AS

Sopro da subserviência Que bafo é esse É a incultura Causando indignação Da Cúria nada de pressão Nega saber desse De existência miserável

Dela saudade O sonho sonhado Real ficção da vida Nada apocalíptico A irrealidade da alegria desejada É alimento do amor-dor Sem sol na madrugada

Não Sou Mortalmente ferido Por julgamento de ente querido O lamento foi silencioso Simples defesa não existiu O difamador doente se viu Da

Fuga As lágrimas Do irrealizável Inundou o coração O amor Escampou com a brisa Carlos Lima