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poesia

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Ausência de melodia

    Ausência de melodia Não devemos ficar presos ao passado Tão pouco livres do presente O Seppuku foi dolorido A força no tanto assistida

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Espinhos da vida

Espinhos da vida   Versejar sentimentos Na maioria das vezes Se acredita ser fácil O espinho da rosa machuca Mas não dispersa o seu perfume

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Instante de quimera

    Instante de quimera Não se sentir perdido É o verdadeiro propósito Entre aqueles desencontrados Que esperam o ardoroso amor A raposa não ensina

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Nem andando nas nuvens

    Nem andando nas nuvens   Quando observo o firmamento Sinto-me inegavelmente só Antecipadamente sofro uma dor Que ninguém tenha dó Partirei sem o

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O alicate da vida

    O  alicate da vida Sem dobra do tempo O presente é antetempo A dor da razão do presente É o incentivo a perpassado

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Os sulcos da vida

Os sulcos da vida Desconhecendo antiguidade clássica Simples quebra-cabeça é enigma Saber sobre a vida pouco importa E a nudez do conhecer vai embora Como

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A última gota

A última gota Quando a velhice nos premia A carência familiar é pujante As recordações se aprofundam O adorno traz harmonia Na ausência a dor

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Quando nos alcança

Quando nos alcança Pedir nada posso Apenas desanuviar Mesmo chupando osso Branco preto pardo cafuzo No cerne da sardinha Jamais arrotaremos caviar Não digas ter

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O Desconhecido

  O Desconhecido A existência não foi esclarecida Ainda … Não é metafísica realista Tão pouco idealista … Nunca será objeto Na procura do etos

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Suor do amor

  O suor do amor Suficientemente razão Visões de viver e amar Da base ao chão Não importa a soberba de atacar As crenças são