
Ausência de melodia
Ausência de melodia Não devemos ficar presos ao passado Tão pouco livres do presente O Seppuku foi dolorido A força no tanto assistida

Ausência de melodia Não devemos ficar presos ao passado Tão pouco livres do presente O Seppuku foi dolorido A força no tanto assistida

Espinhos da vida Versejar sentimentos Na maioria das vezes Se acredita ser fácil O espinho da rosa machuca Mas não dispersa o seu perfume

Instante de quimera Não se sentir perdido É o verdadeiro propósito Entre aqueles desencontrados Que esperam o ardoroso amor A raposa não ensina

Nem andando nas nuvens Quando observo o firmamento Sinto-me inegavelmente só Antecipadamente sofro uma dor Que ninguém tenha dó Partirei sem o

O alicate da vida Sem dobra do tempo O presente é antetempo A dor da razão do presente É o incentivo a perpassado

Os sulcos da vida Desconhecendo antiguidade clássica Simples quebra-cabeça é enigma Saber sobre a vida pouco importa E a nudez do conhecer vai embora Como

A última gota Quando a velhice nos premia A carência familiar é pujante As recordações se aprofundam O adorno traz harmonia Na ausência a dor

Quando nos alcança Pedir nada posso Apenas desanuviar Mesmo chupando osso Branco preto pardo cafuzo No cerne da sardinha Jamais arrotaremos caviar Não digas ter

O Desconhecido A existência não foi esclarecida Ainda … Não é metafísica realista Tão pouco idealista … Nunca será objeto Na procura do etos

O suor do amor Suficientemente razão Visões de viver e amar Da base ao chão Não importa a soberba de atacar As crenças são