
Proximidade
Proximidade É tempo de sofrer… É tempo de reviver emoções… É tempo de fantasias e alucinações… É tempo não ter mais tempo para viver

Proximidade É tempo de sofrer… É tempo de reviver emoções… É tempo de fantasias e alucinações… É tempo não ter mais tempo para viver

Censurado A minha cabana Às margens do rio Sonoro Esconde o choro Saudoso Que arde nesse peito Censurado Carlos

É preferível ver cano de esgoto em toda sua podridão a uma alma em sua intimidade. Há almas cuja treva é maior que a noite

Galo Olhar o galo Não o cantar Não o que desperta Enxergar o que avisa. Carlos Lima Trilho na trilha Caminhos pobres Fruta sombra

Há quem pense a tradição de poesia como um páreo no qual a descendência está sempre em atraso; outros preferem buscar nela modelos para uma

O tempo, em voleio alucinado e veraz, encontra, sempre, paragens similares, em bases renovadas – para o bem e/ou para o mal.Oitenta anos depois –

Quanto de poesia cabe na ciência? Ou melhor: quanto de ciência cabe na arte? Há quem diga que nada, que uma coisa é uma coisa,

A IDADE Minha fofinha Você sempre foi e será o meu amanhecer. Minha vida. Que idade essa que falas… Não entendo disso. Já viste

Se alguém perguntar por Otto Enrique Trepte (1º de dezembro de 1922 – 2 de outubro de 2018) nas ruas de Madureira e Oswaldo Cruz,

O número de inscritos para o 4º Concurso Municipal de Poesia – Prêmio Georgina Erismann, chegou a 87 trabalhos – foram abertas no dia 20