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poesia

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Acredite

Acredite Movendo vento O tempo socorre A ilusão de ser lento Em espaço curto Longe viajar Matéria de relógio não morre É como estivesse a

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As marolas

As marolas   Sei não Devo acreditar Que a mesma água Movimenta Paixão E no quebrar das ondas O mar chora suas marolas Vem me

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FIM EM CONSTRUÇÃO

FIM EM CONSTRUÇÃO Hórus onde estais A luz fosca enluta o mundo O brilho se tornou morredouro A existência conspira E edifica ameaças Trabalhando a

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Morto Vivo

  Morto vivo Não é ter nonsense Quando vive apaixonado Não reivindica o pertence Mas sente falta do compartilhado Imaginando luar ardente Tão longe distante

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O amor sem beleza

  O amor sem beleza   Flores vivas são belas. Brancas azuis vermelhas Com espinhos ou não As pessoas as matam Em nome do amor

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A REDE BRANCA

  A REDE BRANCA Que bom um cafuné Cabeça no colo Na tranquilidade do luar Cadê aquela rede Das brincadeiras de ninar Esquecia missão de

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O gordo de vermelho

  O gordo de vermelho   Caramba Não é o momento de recordar Da Infância ao início da puberdade A família harmonizada Árvore queijo peru

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Doidejar

  Doidejar   Que pensamento doido O vento assovia nos ouvidos Viajar  viajar  viajar Nos braços acariciar Beijar  beijar  beijar Amalgamar o desejo Até o

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O CORAÇÃO RISONHO

Sua vida é sua vida Não deixe que ela seja esmagada na fria submissão. Esteja atento. Existem outros caminhos. E em algum lugar, ainda existe

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Sopro da subserviência

  Sopro da subserviência   Que bafo é esse É a incultura Causando indignação Da Cúria nada de pressão Nega saber desse De existência miserável