
Acredite
Acredite Movendo vento O tempo socorre A ilusão de ser lento Em espaço curto Longe viajar Matéria de relógio não morre É como estivesse a

Acredite Movendo vento O tempo socorre A ilusão de ser lento Em espaço curto Longe viajar Matéria de relógio não morre É como estivesse a

As marolas Sei não Devo acreditar Que a mesma água Movimenta Paixão E no quebrar das ondas O mar chora suas marolas Vem me

FIM EM CONSTRUÇÃO Hórus onde estais A luz fosca enluta o mundo O brilho se tornou morredouro A existência conspira E edifica ameaças Trabalhando a

Morto vivo Não é ter nonsense Quando vive apaixonado Não reivindica o pertence Mas sente falta do compartilhado Imaginando luar ardente Tão longe distante

O amor sem beleza Flores vivas são belas. Brancas azuis vermelhas Com espinhos ou não As pessoas as matam Em nome do amor

A REDE BRANCA Que bom um cafuné Cabeça no colo Na tranquilidade do luar Cadê aquela rede Das brincadeiras de ninar Esquecia missão de

O gordo de vermelho Caramba Não é o momento de recordar Da Infância ao início da puberdade A família harmonizada Árvore queijo peru

Doidejar Que pensamento doido O vento assovia nos ouvidos Viajar viajar viajar Nos braços acariciar Beijar beijar beijar Amalgamar o desejo Até o

Sua vida é sua vida Não deixe que ela seja esmagada na fria submissão. Esteja atento. Existem outros caminhos. E em algum lugar, ainda existe

Sopro da subserviência Que bafo é esse É a incultura Causando indignação Da Cúria nada de pressão Nega saber desse De existência miserável